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Imagens para Pensar!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Sessão TV - Humor
O humor na TV é indispensável. Dificilmente uma emissora não tem pelo menos um programa que aborde o humor como tema principal, mais do que os personagens engraçados em novelas, mais do que competições de humoristas em programas de auditório, um programa voltado ao riso, a inteligencia, e as reportagens e quadros divertidos para trazer ao público o lado bom da coisa.
Atualmente o principal programa de humor na TV é o "Casseta e Planeta Urgente", da Rede Globo, seguido pelo "Pânico na TV" da Redetv! e pelo "CQC" da Band. Consideremos isso por conta dos números de audiência.
Antes unaminidade, o grupo que perdeu um dos seus principais integrantes em 2002 durante a Copa do Mundo, perdeu força com a chegada da turma do "Pânico" que chutou o balde e botou a cara a tapa, com reportagens que buscam a todo custo o humor para o público, a chegada do "CQC" com sangue casteliano colocou em cheque o humor quase sempre 'escrachado' dos humoristas da Redetv!, os profissionais de stand-up-comedy, como Rafinha Bastos, Danili Gentili, Marco Luque juntados a expêriencia diversificada de Marcelo Tas, vem crescendo a cada dia.
Pegando os quadros podemos ter bases sobre isso.
O casseta prioriza mais quadros sobre a casa, com versões engraçadas de novelas, atualmente a trama "Viver a Vida" de Manoel Carlos tem o título de "Vim Ver Artista", outro principal quadro do programa é de Acarajete Love, uma cantora baiana, que mistura figurino e sotaque de Ivete Sangalo e Cláudia Leite, aliás Ivete ja contracenou com a personagem. Em 2002, a pior crise da equipe, a morte de Bussunda, que interpretava Ronaldo e o presidente Lula, acabou enfraquecendo a equipe e o programa perdeu seu público e boa parte da audiência, não foram poucas as vezes que o programa teve em cheque sua credibilidade e sua autenticidade em relação ao Pânico. Porém 2009 veio com novos ares, e o público que antes se afastara voltou a comparecer, e o programa reconquistou a sua credibilidade, seus índices voltaram a decolar.
Quadros como Seu Creisson e Tabajara parecem ter ficado um pouco de lado, mas de vez em quando aparecem para dar mais um brilho aos programas que vão ao ar todas as Terças após a novela, algo em cerca de 22:15hrs.
Já o Pânico na TV, é muito criticado por suas mulheres semi-nuas na apresentação, tem repórteres que cobrem eventos e quadros especial com comediantes, são tantos que é até dificil citar algum, dos mais conhecidos humorista estão Vesgo e Silvio, a dupla de repórteres que mais aprontava no início do programa, depois se destacaram a mulher Samambaia, que hoje está na Record, Mendigo e Gluglu, que também mudaram-se para a emissora do canal 7.
Seu sucesso foi estrondoso por todo o país era quase unaminidade, e o Casseta parecia muito pouco, perto do que os caras poderiam fazer, eram realmente abusados, corriam atrás e conquistaram cativantemente o público. Mas desde a chegada do humorístico argentino CQC, tem perdido algum público, e a credibilidade, por suas piadas, serem mais 'escrachadas' que 'inteligentes'.
Seus picos de audiência, fazem comer poeira Gugu e Fantástico, há algum tempo atrás chegram a bater nas portas dos 20 pontos, mas precisam se reinventar sim, e criar base, pois senão poderão decair, e não ter volta. O Pânico vai ao ar aos Domingos a noite e as Sextas.
Enfim, o CQC é o caçula dos humoristicos. Do original argentino "Caia quem Cair", veio para o Brasil prometendo ser a 'mosca na sopa' tanto dos políticos quanto dos famosos. Com o já experinete Marcelo Tas, e comediantes do Stand-Up, no inicio eram apenas desconhecidos, mas hoje fazem a farra mais inteligente do humor da TV.Como quandros como Top Five, com os cinco erros da TV na semana, Proteste Já, que traz denúncias, CQC Teste, com famosos questionados com 5 perguntas, Palavras Cruzadas, as mesmas perguntas feitas aos mesmos artistas, Controle de Qualidade que questiona o spoliticos de Brasilia sobre as atualidades, e CQC investiga, que entra de vez em quando com uma matéria especial, tirando esses quadros o programas dos homens de preto traz os eventos da semana mais curiosos.
Qual será o melhor programa?
Dificil saber, comente e opine, também temos a enquete ao lado(<<) que traz esta pesquisa.
Seja o que for, ha espaço para os três na TV, um aos domingos e sextas, outro as segundas e sabados, e outro nas terças, tirndo ainda os outros humorísticos da TV.
Porém há algo um pouco estranho para aqueles que acham o Casseta ultrapassado, CQC+Pânico = - Casseta, os indices do Casseta são maiores que os de CQC mais Panico. usando por exemplo as ultimas semanas, Panico(12)+CQC(7)=19 Casseta (+/-30).
=D
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Lula, o Filho do Brasil!
O filme Lula, o filho do Brasil, que conta a trajetória do presidente, está previsto para passar nos cinemas em janeiro de 2010, mas você já pode conferir algumas imagens do longa-metragem aqui neste BLOG. O filme retrata desde a infância no sertão de Pernambuco até as greves do ABC, custou mais de R$ 12 milhões e teve a direção de Fábio Barreto, o mesmo de O Quatrilho, longa que concorreu ao Oscar em 1995.
Acostumado com os holofotes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ganhar no começo de 2010, em janeiro, as telas de cinema de todo o país. Baseado no livro homônimo de Denise Paraná, o filme Lula, o filho do Brasil, do diretor Fábio Barreto, conta a história de vida do ex-metalúrgico antes da sua chegada à Presidência - desde o seu nascimento, em 1945, até 1980, quando virou líder sindical no ABC Paulista.
O filme vai abrir o 42º Festival de Cinema, em Brasília, que começa nesta terça-feira (17) e vai até o dia 24. No fim do mês, dia 28, o filme terá pre-estreia em São Bernardo, São Paulo, e deverá contar com a participação do presidente e família.
Para o filme, foram convocados três mil figurantes e 130 atores, entre eles, Rui Ricardo Dias (como Lula), Glória Pires (como Lindu, mãe de Lula), Cleo Pires (como Lurdes, a primeira mulher do presidente) e Juliana Baroni (como a primeira-dama Maria Letícia).
As filmagens se dividiram entre as duas terras que marcam as trajetórias do presidente, tanto a pessoal, em Pernambuco, onde enfrentou a seca, quanto a política, em São Paulo, onde trabalhou como operário e participou de sindicatos. As filmagens aconteceram entre 20 de janeiro e 18 de março de 2009.
O ator Rui Ricardo Diaz disse que o filme conta, além da história de Lula, a batalha de Dona Lindu, a matriarca da família Silva, que criou oito filhos sozinha com o lema "nesta família ninguém vai ser ladrão ou prostituta" e conduziu a famosa viagem em pau-de-arara do sertão até Santos que durou 13 dias.
-O filme tem a pegada muito forte sobre a mãe dele, quando eu conversei com os irmãos de Lula todos se emocionam muito para falar dela, é bonita a união deles. Muito do que ele [Lula] venceu foi porque ele seguiu os conselhos da mãe, que dizia para ele que ele não podia parar nunca, a influência dela.
Lindu não chegou a ver o filho sentar na cadeira de presidente, morreu em 1980.
A autora do livro, Denise Paraná, admite que é impossível separar o lado humano do político, mas disse que o foco é a trajetória pessoal do presidente.
- Quem for assistir ao filme já vai sabendo que Lula é um político. Já vai com este olhar. Mas o que eu quero dizer é que o foco da biografia que produzimos em livro ou no cinema não é o foco político, mas sim o humano, o pessoal.
A assessoria do filme disse que a produção não contou com leis de incentivo municipal, estadual ou federal e teve o patrocínio de empresas privadas.
Acostumado com os holofotes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ganhar no começo de 2010, em janeiro, as telas de cinema de todo o país. Baseado no livro homônimo de Denise Paraná, o filme Lula, o filho do Brasil, do diretor Fábio Barreto, conta a história de vida do ex-metalúrgico antes da sua chegada à Presidência - desde o seu nascimento, em 1945, até 1980, quando virou líder sindical no ABC Paulista.
O filme vai abrir o 42º Festival de Cinema, em Brasília, que começa nesta terça-feira (17) e vai até o dia 24. No fim do mês, dia 28, o filme terá pre-estreia em São Bernardo, São Paulo, e deverá contar com a participação do presidente e família.
Para o filme, foram convocados três mil figurantes e 130 atores, entre eles, Rui Ricardo Dias (como Lula), Glória Pires (como Lindu, mãe de Lula), Cleo Pires (como Lurdes, a primeira mulher do presidente) e Juliana Baroni (como a primeira-dama Maria Letícia).
As filmagens se dividiram entre as duas terras que marcam as trajetórias do presidente, tanto a pessoal, em Pernambuco, onde enfrentou a seca, quanto a política, em São Paulo, onde trabalhou como operário e participou de sindicatos. As filmagens aconteceram entre 20 de janeiro e 18 de março de 2009.
O ator Rui Ricardo Diaz disse que o filme conta, além da história de Lula, a batalha de Dona Lindu, a matriarca da família Silva, que criou oito filhos sozinha com o lema "nesta família ninguém vai ser ladrão ou prostituta" e conduziu a famosa viagem em pau-de-arara do sertão até Santos que durou 13 dias.
-O filme tem a pegada muito forte sobre a mãe dele, quando eu conversei com os irmãos de Lula todos se emocionam muito para falar dela, é bonita a união deles. Muito do que ele [Lula] venceu foi porque ele seguiu os conselhos da mãe, que dizia para ele que ele não podia parar nunca, a influência dela.
Lindu não chegou a ver o filho sentar na cadeira de presidente, morreu em 1980.
A autora do livro, Denise Paraná, admite que é impossível separar o lado humano do político, mas disse que o foco é a trajetória pessoal do presidente.
- Quem for assistir ao filme já vai sabendo que Lula é um político. Já vai com este olhar. Mas o que eu quero dizer é que o foco da biografia que produzimos em livro ou no cinema não é o foco político, mas sim o humano, o pessoal.
A assessoria do filme disse que a produção não contou com leis de incentivo municipal, estadual ou federal e teve o patrocínio de empresas privadas.
domingo, 15 de novembro de 2009
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